terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Alfredo III


As Formigas!!!
Excelente ideia! São fortes, muito fortes, e pequenas quanto baste.

E lá foi o Alfredo... e lá veio o exército das formigas.
Na verdade só eram precisas três ou quatro formigas para levar dali as pedrinhas, mas todas ajudaram: umas a fazer força outras a dar, umas a aplaudir outras a gritar!

Enquanto as formigas levavam as pedras dali para fora, o Alfredo não tinha mãos a medir. Voltou às escavações. Queria chegar ao sítio exacto antes do griglilar do pôr do sol, e nem sonhava o que estava por acontecer!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Alfredo II


O Pirilampo!!! É isso! Vou chamar o Pirilampo!

E foi.
E ele veio.
Entrou no buraquinho de marchatrás e fez-se luz!
O Alfredo, esse, perdeu o medo do escuro que se foi embora e ganhou ânimo para continuar a escavar... a ver onde o buraquinho ia dar!

Escavou... escavou, esburacou e esgravatou, até que encontrou umas pedrinhas brancas no meio do caminho.

Não eram muito grandes, eram assim assim. Mas o Alfredo não conseguia escavar mais.

Bolas!!! Pedras!!!

sábado, 15 de dezembro de 2007

Alfredo I


Um lagarto curioso lembrou-se um dia de descobrir quem é que estaria por baixo das raízes das árvores da mata onde vivia.
É que todas as tardes ouvia um grigrilar que parecia oriundo dos confins.
E se um dia se lembrou, no dia logo a seguir resolveu investigar o caso.

Lá foi ele! Partiu cedo do ribeiro, mata acima, à procura de resposta.

Ah! Chamava-se Alfredo!

Contente, confiante, cantarolando, chegou ao local exacto de onde provinham os gri-gris e decidiu começar a escavar.

De início era só um buraquinho.
Pequeno, nem lá cabia um dedo de gente.

Mas o lagarto era mesmo muito curioso e raramente desistia. E por isso, passadas umas horas no buraquinho já cabia o lagarto inteiro, e mais duas bagas para o almoço.

O mais complicado era mesmo lidar com o escuro. Lá no fundo não se via nada.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Henrique

Todos os meninos esperam, naturalmente, uma prenda do Pai Natal. Henrique Semprespera não é diferente, a não ser pelo distante monte que habita. No alto do monte Roló-Poló tem o seu casebre, e até lá chegar o Pai Natal tem uma longa viagem a fazer... mas as renas já estão a dormir e desta vez o Pai Natal vai precisar de ajuda!
Uma história deliciosa que pôs os olhos dos "meus" meninos de 3 anos a brilhar!

domingo, 2 de dezembro de 2007

Kali

Infância livre e intensa... foi assim que a vivi, e é por isso que conto histórias!
Para criar oportunidades de pensar livremente...
Uma mente livre voa mais alto, sorri perante dificuldades e inventa novas soluções!!!
Viva a Liberdade!!!

Guardiões e tostões

Era uma vez... o desejo de partilhar!
Assim começa esta aventura de reis, palácios e guardiões, cavaleiros, armas e tostões!!! Florestas, vales e montanhas... Ideias originais e surpresas tamanhas!!!

Um mundo de magia para fazer crescer a vontade de sonhar e sorrir!

Acrescento sempre mais um ponto... fica à escuta, para não perderes o conto!