quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Fim



Alfredo sentiu-se enorme...
Não sabia explicar porquê... apenas sabia donde vinha o Gri.
Quando acordasse, havia de lhe perguntar se queria ser sua amiga...

O Gri, esse, é apenas o ressonar dos casulos...
E só os lagartos curiosos o conseguem escutar!

Lusco-fusco


Foi, saltou para o lado de lá,
empurrou e conseguiu mover o gri um bocadinho.
Fez mais força e
conseguiu movê-lo muito.
Empurrou-o até ao lado de fora,
até à luz do pôr do sol,
até à borboleta.

Essa, ficou de boca aberta, admirada!
Era um casulo seu parente. Não falava, claro está! Não por ser pouco simpático, mas dormia profundamente até à hora de ter asas e voar dali para longe, ou não muito.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Ali, aqui



Olá borboleta! Ajuda-me aqui: é que não sei quem está ali que não quer falar comigo.
Está dentro do buraco.. Anda, anda...
Oh, não podes entrar borboleta, que pena...
E se eu puxar o gri gri até aqui, pode ser que ele até goste do por-do-sol...
E pode ser que já queira falar... vou tentar.
Espera aqui, volto já!

Ajuda, ajuda!!!



Mas o gri não respondeu...

E o Alfredo não cedeu!

Pôs-se a pensar: já que tinha chegado ali não ia deixar de descobrir o que era aquilo!
E precisou de ir chamar ajuda para se esclarecer.
Saiu do buraco escavado, e chamou por ajuda:

- Está aí alguém? Preciso de ajuda!!!
E como os animais se ajudam sempre que é necessário nas histórias, logo escutou:
- Olá!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Olá




Quem és? Gri.

Um grilo? Uma grila?

Diz alguma coisa!!! Responde!!! Gri.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Era bela



E era!
Gri!

O Alfredo avistou finalmente o porvir do gri...
A dois dedos dos seus dedos, com um brilho nos olhos um tum no coração,
lá estava ela, a bela, à espera do que o futuro lhe oferecia a todo o momento.
E neste preciso momento foi uma bela surpresa.
Alfredo olhou, mas não percebeu logo o que era. Olhou então com mais atenção!