
O Alfredo voltou às escavações.
Voltou ao buraco... e lá no fundo começou a sentir o fresquinho da terra profunda.
A terra estava húmida e fria. De cada vez que o Alfredo tentava chegar mais fundo, mais sentia o frio nas suas mãos. Nunca tinha sentido nada assim... tão frio que lhe enregelou os dedos! E olhem que o o Alfredo tem sempre as mãos bem frias!
Chegou ao ponto de não conseguir esburacar mais por causa das mãos tão enregeladas, e depressa se lembrou que o melhor era esfregar uma na outra a ver se ficavam mais quentinhas! Esfregou, esfregou, e quando deu por ele já dançava todo ele! As patas, a cauda, o corpo todo a dançar!
Dançar para aquecer, que rica ideia!
Quem gostou de ver aquilo foi o pirilampo, que, dentro do buraquito pronto para iluminar o mundo, se pôs a piscar!
E de repente: gri!