
Foi, saltou para o lado de lá,
empurrou e conseguiu mover o gri um bocadinho.
Fez mais força e
conseguiu movê-lo muito.
Empurrou-o até ao lado de fora,
até à luz do pôr do sol,
até à borboleta.
Essa, ficou de boca aberta, admirada!
Era um casulo seu parente. Não falava, claro está! Não por ser pouco simpático, mas dormia profundamente até à hora de ter asas e voar dali para longe, ou não muito.
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